Cada vez que ouço falarem em direita e esquerda só consigo pensar no Cafu e no Roberto Carlos, que era quando direita e esquerda faziam algum sentido pra mim.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Exército de um homem só
Paro numa esquina pra comprar uma camiseta do Brasil pro Lucas.
- Oi, tem tamanho 2?
- Claro, amarela ou azul?- Amarela.- Tá aqui.- Ah não, não quero a do Neymar.- Uhm...- Tem a do Gabriel Jesus?- Não...- Do Marcelo então?- Não tem também.- Então me vê uma de goleiro, do Alisson!- Moça, só tem a do Neymar.- Só tem Neymar, não tem seleção, é isso?
Parece que é isso.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
#foratodos
Não tá tipo na hora daquele negócio de "torcida mista"? Até o Inter e o Grêmio já conseguiram e o país nem tava em jogo.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Corrupção
Caminhei muito por Porto Alegre hoje empurrando um carrinho e... que cansaço. Não basta estarmos numa cidade onde o carro é sempre preferencial, as pessoas precisam furar (sempre) o sinal vermelho pra reduzir ainda mais a curtíssima preferência do pedestre. Não basta termos calçadas deploráveis, os carros precisam avançar e estacionar por cima delas irregularmente deixando as poucas rampas que existem inacessíveis e a passagem de um pedestre impossibilitada. São bandos de Cunhas, Cabrais e Eikes espalhando essas "pequenas" corrupções por aí e achando que nosso problema tá lá em cima, quando na verdade a filhadaputice começa aqui embaixo.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Elite
E então depois de arrumar a cama, varrer a casa, lavar a louça, estender a roupa, sentei para mais um dia de trabalho no meu home office. Porque apesar de ter ensino superior, uma renda razoável, ser branca, ter o meu emprego (onde sou chefe, secretária e desenhista) e de ter estudado história, não tenho empregada, estou evitando aluguel extra e não tenho funcionários fixos, porque a matemática nos dias de hoje realmente não está fechando nessa minha vida de elite brasileira! Bom dia!
quarta-feira, 11 de março de 2015
Entrevista com a presidenta
"Hoje ele podia. Eu podia, e quase que não podia, eu vinha pra cá."
Não vou a passeata, não acho impeachment a solução, mas meu Nosso Senhor, aprende a falar Dilmão!
domingo, 26 de outubro de 2014
Pelo fim do desrespeito
Subindo a serra mais uma vez por conta das eleições; convicta de que não vou estar votando em "Deus", certa de que não vou estar deixando de votar no "diabo". Mesmo sem alardear meu voto nas redes sociais, me senti ofendida durante todo período eleitoral ao ler opiniões tão generalizadoras sobre os eleitores deste ou daquele candidato. Praticamente 50% das pessoas ao teu redor não ficarão satisfeitas com os resultados que vamos saber no final do dia e isso não faz os outros 50% melhores ou superiores em nada. Mais do que tudo, espero que o fim destas eleições nos devolva o respeito.
Politica mode on
Sabe vocês que querem dividir o país porque nordestino é burro, que viajaram nas eleições mas estão revoltados com o resultado ou que querem sair do Brasil porque a Dilma ganhou? Vocês me revoltam tanto quanto quem ignora tudo que aconteceu nos últimos anos e idolatra cegamente um partido político.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
E pra mudar é so votar em Mário Covas
Saudade das eleições de 89, sem internet, sem links, sem Facebook, sem photoshop. Íamos pra Canela de ônibus cantando a música do nosso candidato e o máximo que fazíamos com isso era transformar ela em jingle pra nossa chapa candidata ao grêmio estudantil.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Vote nele, acredite em mim
Um desejo: que os candidatos à presidência e ao governo do estado eleitos, sejam tão engajados nos seus mandatos quanto meus amigos no Facebook são ao defender o voto em cada um deles!
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Eles
Sempre que leio textos de brasileiros falando sobre brasileiros na terceira pessoa, me pergunto se onde eles se incluem naquilo tudo que estão dizendo.
Chega de Copa!
Entre Holanda, Argentina e Alemanha, eu torço é pro Brasileirão recomeçar de uma vez.
terça-feira, 8 de julho de 2014
5x1 (e não acabou)
Por isso que eu gosto de tênis. Tu pode levar seis a zero no primeiro "tempo" e ainda assim ganhar o jogo.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Teve muita Copa
A Copa em Porto Alegre acabou e eu ainda estou me perguntando em que planeta eu estava quando não mexi UM DEDO pra comprar ingressos pros jogos no Beira Rio. Dá pra ter jogo em Porto Alegre na Copa da Rússia?
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Ressaca
Se eu disser que não votei no primeiro turno porque odeio política e porque quero mais é que o Serra e a Dilma se explodam (não necessariamente nesta ordem) vou parecer imatura e pouco preocupada com o futuro do país. Pois eu não fui votar. Não só porque odeio política e porque quero mais é que o Serra e a Dilma se explodam. Mas porque estava de ressaca. O meu atenuante talvez seja na verdade um agravante e prove que eu sou imatura, mas eu voto em Gramado, me dêem um desconto. Eu juro que me preocupo com o futuro do país, tanto que hoje fui regularizar minha situação (não, eu não saí da cama sequer para justificar). Aí veio o castigo.
Fui até o TRE de táxi, pois já comecei a segunda-feira atrasada. Treze reais depois, peguei minha senha, sentei e esperei. Fui chamada pelo atendente em meio a uma calorosa discussão sobre o bolsa família da qual não tive a menor vontade de participar. O Sr. Guichê questionou minha ausência na eleição e me olhou com cara feia quando disse que estava de cama (de cama, na cama, não importava para ele, usei a preposição que menos me desfavoreceu). A cara só piorou quando comuniquei que não tinha atestado médico. Fui repreendida veementemente. Não ousei dizer que não existe atestado para ressaca e falta de vergonha na cara. Indignado, me falou que teria que pagar uma multa. Sim meu senhor, eu vim até aqui para isto! E o castigo não é o valor ridículo de três reais e cinquenta centavos, o castigo é estar atrasada e com pressa e ter que ir até o Banco do Brasil a três quadras dali, pagar esta quantia patética e voltar até ali para apresentar o comprovante. Quase não quis mais votar no segundo turno. Quase xinguei por eles não terem uma maquininha do Banco do Brasil ali instalada. Mas não. Apenas saí bufando em direção ao banco. Ainda mais atrasada e ainda mais bufando, voltei, peguei uma nova senha e esperei. Desta vez agradeci não estar havendo nenhuma discussão sobre coisa nenhuma, porque se houvesse eu entrava, ah entrava. Assunto resolvido e treze reais depois, cheguei pontualmente para o meu compromisso das onze horas.
Depois do dia 15 de novembro voltarei ao TRE. Não, não vai ser para justificar a minha ausência também no segundo turno. Estarei em Gramado no domingo e dedicarei meu feriadão (além dos 100 reais gastos entre justificativa e passagens) ao futuro do Brasil. Vou voltar ao TRE para, depois de 16 anos morando em Porto Alegre, mudar de uma vez por todas meu título para cá. Já sei o que vai acontecer, é regra: vão me chamar para ser mesária nas próximas eleições. Tudo bem. Vou lá comer bergamota, tomar chimarrão e fazer novos amigos. Pelo menos o meu voto estará garantido. Mesmo que eu odeie política e queira mais é que os candidatos (sejam eles quem forem) se explodam. E mesmo que eu esteja de ressaca.
Fui até o TRE de táxi, pois já comecei a segunda-feira atrasada. Treze reais depois, peguei minha senha, sentei e esperei. Fui chamada pelo atendente em meio a uma calorosa discussão sobre o bolsa família da qual não tive a menor vontade de participar. O Sr. Guichê questionou minha ausência na eleição e me olhou com cara feia quando disse que estava de cama (de cama, na cama, não importava para ele, usei a preposição que menos me desfavoreceu). A cara só piorou quando comuniquei que não tinha atestado médico. Fui repreendida veementemente. Não ousei dizer que não existe atestado para ressaca e falta de vergonha na cara. Indignado, me falou que teria que pagar uma multa. Sim meu senhor, eu vim até aqui para isto! E o castigo não é o valor ridículo de três reais e cinquenta centavos, o castigo é estar atrasada e com pressa e ter que ir até o Banco do Brasil a três quadras dali, pagar esta quantia patética e voltar até ali para apresentar o comprovante. Quase não quis mais votar no segundo turno. Quase xinguei por eles não terem uma maquininha do Banco do Brasil ali instalada. Mas não. Apenas saí bufando em direção ao banco. Ainda mais atrasada e ainda mais bufando, voltei, peguei uma nova senha e esperei. Desta vez agradeci não estar havendo nenhuma discussão sobre coisa nenhuma, porque se houvesse eu entrava, ah entrava. Assunto resolvido e treze reais depois, cheguei pontualmente para o meu compromisso das onze horas.
Depois do dia 15 de novembro voltarei ao TRE. Não, não vai ser para justificar a minha ausência também no segundo turno. Estarei em Gramado no domingo e dedicarei meu feriadão (além dos 100 reais gastos entre justificativa e passagens) ao futuro do Brasil. Vou voltar ao TRE para, depois de 16 anos morando em Porto Alegre, mudar de uma vez por todas meu título para cá. Já sei o que vai acontecer, é regra: vão me chamar para ser mesária nas próximas eleições. Tudo bem. Vou lá comer bergamota, tomar chimarrão e fazer novos amigos. Pelo menos o meu voto estará garantido. Mesmo que eu odeie política e queira mais é que os candidatos (sejam eles quem forem) se explodam. E mesmo que eu esteja de ressaca.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Atenção senhores passageiros
Uma amiga mandou um e-mail com uma promoção da Tam com o seguinte texto: "Só me vem um nome na cabeça: ke-len!". Pudera. Numa promoção com o nome de "A melhor viagem do mundo", onde o prêmio era nada mais nada menos que dois meses viajando por cinco cidades espalhadas pelos cinco continentes eu realmente não poderia ficar de fora.
O tema: brasilidade. Barbada. O problema era outro: não era um texto, uma frase, uma foto. Era um vídeo. E eu morro de vergonha de falar na frente de uma câmera, mesmo que o cameraman seja o meu criado-mudo. Pensei, pensei e decidi que faria um vídeo montado com fotos, paciência. Até porque eu tinha uma semana para montar e, obviamente, já sabia que deixaria para o último dia.
Vasculhei álbuns e juntei todas as fotos onde exibia minha canga do Brasil, bandeira do Brasil ou qualquer outra coisa verde amarela que entrasse no contexto. Defini o slogan "O brasil tá em todo lugar" e somei a ele um trecho de um samba enredo que adoro, apesar de detestar a Mangueira: "me leva que eu vou". Como o verde e o rosa da música não encaixariam com o tema, comecei a procurar uma música bem brasileira para usar de fundo para o meu slide show. Optei por "Isto aqui, o que é" e fui atrás de um download de alguma versão. E quem disse que eu acho? Nem com Caetano Veloso, nem com Ary Barroso. Com meu tempo esgotando decidi facilitar: vou cantar. Com vergonha até das paredes, completamente vermelha na frente do computador, sem batucada, sem instrumentos e com bem pouca afinação, treinei e registrei meus 30 segundos como cantora.
Não, não levei a promoção, como sempre. Mas aguardo contatos para contratação como cantora de jingles. Ou quem sabe locutora de aeroporto.
O tema: brasilidade. Barbada. O problema era outro: não era um texto, uma frase, uma foto. Era um vídeo. E eu morro de vergonha de falar na frente de uma câmera, mesmo que o cameraman seja o meu criado-mudo. Pensei, pensei e decidi que faria um vídeo montado com fotos, paciência. Até porque eu tinha uma semana para montar e, obviamente, já sabia que deixaria para o último dia.
Vasculhei álbuns e juntei todas as fotos onde exibia minha canga do Brasil, bandeira do Brasil ou qualquer outra coisa verde amarela que entrasse no contexto. Defini o slogan "O brasil tá em todo lugar" e somei a ele um trecho de um samba enredo que adoro, apesar de detestar a Mangueira: "me leva que eu vou". Como o verde e o rosa da música não encaixariam com o tema, comecei a procurar uma música bem brasileira para usar de fundo para o meu slide show. Optei por "Isto aqui, o que é" e fui atrás de um download de alguma versão. E quem disse que eu acho? Nem com Caetano Veloso, nem com Ary Barroso. Com meu tempo esgotando decidi facilitar: vou cantar. Com vergonha até das paredes, completamente vermelha na frente do computador, sem batucada, sem instrumentos e com bem pouca afinação, treinei e registrei meus 30 segundos como cantora.
Não, não levei a promoção, como sempre. Mas aguardo contatos para contratação como cantora de jingles. Ou quem sabe locutora de aeroporto.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
É Copa
Tem quem ache que o o país não deveria parar na hora dos jogos do Brasil na Copa. Eu concordo. Acho que deveria parar na hora dos jogos do Brasil, da África do Sul, do Uruguai, do Chile, do Paraguai, da Argentina, do México, de Gana, da Espanha, da Itália, da Holanda, da Alemanha e da Inglaterra.
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