Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Gremlins

O motorista do Uber comenta que bastam uns pingos de chuva pro trânsito de Porto Alegre virar um caos.
- Concordo. Sempre digo que os motoristas daqui são Gremlins.
- São o que?
- Gremlins! Aqueles bichinhos fofinhos que quando se mol... TU NUNCA ASSISTIU GREMLINS???
Esse mundo tá perdido!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

A melhor pior série

ilho chega da escolinha exausto, capota em minutos.
Os pais aproveitam e:
( ) Correm pelados pela casa
( ) Colocam o sono em dia
( ) Começam a assistir La Casa de Papel e não conseguem mais parar

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Que a força esteja com você

- Vamos no cinema?
- Star Wars?
- Não! Pegando Fogo!
- Ah, esse daqui a pouco tá no Now.

E eu fico aqui me perguntando o que o Luke Skywalker tem de melhor que o Bradley Cooper para o segundo não ter que obrigatoriamente ser assistido bem grande!

domingo, 23 de agosto de 2015

O pequeno príncipe

Sentados no cinema esperando o filme começar.
- Não quero fazer drama, mas eu li O pequeno Príncipe e odiei. Aquela tal Rosa era uma mala. Depois eu vi o filme e odiei mais ainda. Era um dramalhão com a tal da Rosa.
- Será que mudaram a história na animação?
- Tomara que sim. E que tenha raios e monstros.
Serão duas longas horas para alguém...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Relatos Selvagens

Eu gostaria de ter feito uma das histórias de Relatos Selvagens.
Nela, haveriam apenas dois personagens principais: uma atendente de telemarketing e uma pessoa normal, tentando fazer um cancelamento. Enquanto a pessoa normal repete pela quinta vez seu CPF, o nome de sua mãe e a data de seu aniversário, a atendente lixa as unhas, masca chiclete, faz caretas, joga Candy Crush e ri com as colegas. Mas eis que ambas estão na mesma cidade! E falando ao celular, a pessoa normal começa a se dirigir ao prédio do dito telemarketing. Passa pela portaria, sobe pelas escadas para não correr o risco de perder a chamada, não dá atenção a recepcionista e se encaminha sorrateiramente até a cretina que falava ao telefone, olhando crachá por crachá de cada atendente, derrubando canecas e potes de caneta pelo corredor; até que lá está ela, com os pés sobre a mesa, caneta na boca. A pessoa normal tira uma arma e dá três tiros na atendente.
Bam. Bam. Bam.
Fim, próximo episódio.

domingo, 14 de julho de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

domingo, 14 de agosto de 2011

Mary&Max

"Dr. Bernard Hazelhof said if I was on a desert island, then I would have to get used to my own company - just me and the coconuts. He said I would have to accept myself, my warts and all, and that we don't get to choose our warts. They are part of us and we have to live with them. We can, however, choose our friends, and I am glad I have chosen you."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Remember me

- I have my dessert first. 
- Is that a political statement? A medical condition, perhaps? 
- I just don't see the point in waiting. I mean, what if I die while eating my entree?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Bruna Surfistinha

"Chega uma hora que toda mulher tem que tomar uma decisão: se ela vai ser feliz ou se ela vai ser magra".
A Debora Surfistinha Secco optou por ser magra. Eu optei por ser feliz.

quinta-feira, 24 de março de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

As melhores coisas do mundo

"Não é impossível ser feliz depois que a gente cresce. Só é mais complicado."

terça-feira, 17 de agosto de 2010

The last song

"Love is fragile. And we're not always its best caretakers. We just muddle through and do the best we can. And hope this fragile thing survives against all odds."

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Letters to Juliet

" 'What' and 'if'. Two words as nonthreatening as words come. But put them together side-by-side and they have the power to haunt you for the rest of your life: ‘What if?'... "

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Escalas

Quando fui assistir "Amor sem escalas" já sabia que o filme era bom, mas não sabia ainda por onde ele iria me pegar (fora a parte do personagem principal ser o Gerorge Clooney). Isso até o momento em que o personagem dele começou a dar uma palestra pedindo aos participantes que enchessem uma mochila com tudo o que eles tivessem, desde as mínimas coisas até as grandes. E depois de tudo isso tentassem andar. Entendi a mensagem do desapego e automaticamente me transportei para a palestra e fiz o mesmo. Me dei conta que até aí não tive muitos problemas. Em termos, é claro. Obviamente não consegui mudar de cidade trazendo uma mínima mala de mão. Foram várias malas, trazidas por inúmeras mãos além das minhas próprias. Mas apesar do peso da minha "mochila", eu consegui me mexer. Lembro perfeitamente de cada livro, roupa ou quadro que ficou pra trás, mas consigo viver sem eles. Talvez pelo simples fato de saber que eles seguem lá, mas consigo.
O problema começou quando em outra palestra ele falou das pessoas. Comecei a colocar cada uma das pessoas que importam na minha mochila. E ela ficou bem pesada. Mesmo assim eu ainda consegui me mexer. Só que deste "peso" eu sinto muita falta, porque diferente dos livros, das roupas e dos quadros, não me basta saber que as pessoas seguem lá. Eu quero ler elas, eu quero "usar" elas, eu quero ver elas, eu quero sentir elas, eu quero viver elas. E com elas. E de repente ficou fácil entender porque é tão difícil.
Acho incrível todas essas pessoas que mudam, que se livram do peso ou que nem mesmo tem peso. Pessoas que nunca se apegam, ou que se desapegam e que voltam a se apegar mas por outras coisas, por outras pessoas, por outros lugares, porque as vezes descobrem que estavam até então no lugar errado; pessoas que fazem de uma escala a sua escolha.
Mas definitivamente não vejo problema em decidir por ficar parado. Não acho um defeito ser apegado. É apenas uma escolha que só pode fazer quem já sentiu o peso da sua própria mochila nas costas.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Where the Wild Things Are

- Will you keep out all the sadness?"
- I have a sadness-shield that keeps out all the sadness, and it's big enough for all of us.