Suzy Rego encabeça a lista das atrizes que poderiam interpretar a Dilma numa possível produção sobre a presidenta.
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terça-feira, 25 de novembro de 2014
terça-feira, 19 de novembro de 2013
sábado, 31 de agosto de 2013
Vamos abrir as portas da Felicidade
Queria um pouco de GNT na minha vida hoje... podia começar com uma Santa Ajuda pra fazer o milagre da organização, depois um Decora pra eu ter toda aquela equipe mágica a minha disposição e podia encerrar com uma jantinha preparada pelo Jamie Oliver. Pra onde eu mando minha carta?
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Avenida Brasil
Dúvidas de extrema importância nesta noite de segunda-feira:
1. Se o Jorginho sabe que a Nina fazia de conta que dava mole para o Max, o que eles tem de tão precioso contra a Nina com o tal vídeo com aquela pegação broxante?
2. Quantas vezes a Nina mostrou as fotos pra irmã argentina a ponto da guria não reconhecer o cara que tá nas fotos agarrando a Carminha?
3. Vai me dizer que a fortuna da Nina está guardada num apê em Santa Teresa e não em uma conta bancária?
4. A quanto tempo os autores de novelas fazem esses enredos meia boca que não se encaixam e ainda assim eu sigo assistindo essas merdas de novelas?
Pra que SKY em casa? Juro por São Jorge que não caio na próxima!
1. Se o Jorginho sabe que a Nina fazia de conta que dava mole para o Max, o que eles tem de tão precioso contra a Nina com o tal vídeo com aquela pegação broxante?
2. Quantas vezes a Nina mostrou as fotos pra irmã argentina a ponto da guria não reconhecer o cara que tá nas fotos agarrando a Carminha?
3. Vai me dizer que a fortuna da Nina está guardada num apê em Santa Teresa e não em uma conta bancária?
4. A quanto tempo os autores de novelas fazem esses enredos meia boca que não se encaixam e ainda assim eu sigo assistindo essas merdas de novelas?
Pra que SKY em casa? Juro por São Jorge que não caio na próxima!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Trânsito cenográfico
Eu queria voltar a morar no Rio. Mas só se for na versão "Rio com o trânsito da Avenida Brasil", onde as pessoas, com ou sem carro, cruzam e descruzam a cidade numa velocidade nunca antes vista, e onde a Barra fica ali, a 5 minutos do Leblon! Vai ter mobilidade boa assim lá no Projac!
terça-feira, 1 de maio de 2012
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Final infeliz
O Gilberto Braga deve ter sido uma daquelas crianças que torcia pros Superamigos não chegarem a tempo, pro Gargamel pegar os Smurfs, pras crianças não acharem a saída da Caverna do Dragão e pra Penélope Charmosa perder a corrida.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Psicologia de novela
"Eu não sei você tá precisando de ajuda psiquiátrica ou se você está precisando de uns tapas."
Psicologia do Antônio Fagundes que eu adoraria aplicar na vida real!
Psicologia do Antônio Fagundes que eu adoraria aplicar na vida real!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Ô moço, filma eu
Últimos dias de gravação no morro, de segunda a quarta abaixo de um sol escaldante, panturrilhas latejando de tanto subir e descer escadas. Carro pipa e mangueiras preparadas para o efeito especial de chuva, necessário em algumas das cenas, quando o diretor decide:
- Pessoal, vamos mudar a ordem da gravação, deixamos a cena do temporal para quinta que está com previsão de chuva de verdade.
Chega a quinta-feira e a metereologia não falha: já amanhece chovendo. Capas de chuva a postos, molha alguma coisa aqui, protege da chuva ali e depois de algumas horas abaixo de temporal o diretor volta a entrar em cena:
- Pessoal, não vai dar pra gravar com chuva, vamos ter que deixar para amanhã se parar de chover.
(já não sei se torço por sol ou por chuva amanhã pra acabar com isso de uma vez)
.:.
Cena difícil, vários figurantes, e aos gritos o diretor tenta coordenar:
- Por favor gente, sem rir, sem olhar para a câmera se não vamos ter que gravar de novo.
(imagino as pobres pessoas tentando controlar a felicidade sabendo que vão aparecer na novela)
.:.
Estou parada na janela do barraco quando se aproximam duas guriazinhas sorrindo:
- Oi, tudo bem?
- Tudo bem e com vocês?
- Tudo bem também. Olha só, é você que vai ser a mãe da Natália na novela?
(vou ficar só com a parte de terem achado que eu era atriz e ignorar o fato de a Natália ter vinte e poucos anos)
- Pessoal, vamos mudar a ordem da gravação, deixamos a cena do temporal para quinta que está com previsão de chuva de verdade.
Chega a quinta-feira e a metereologia não falha: já amanhece chovendo. Capas de chuva a postos, molha alguma coisa aqui, protege da chuva ali e depois de algumas horas abaixo de temporal o diretor volta a entrar em cena:
- Pessoal, não vai dar pra gravar com chuva, vamos ter que deixar para amanhã se parar de chover.
(já não sei se torço por sol ou por chuva amanhã pra acabar com isso de uma vez)
.:.
Cena difícil, vários figurantes, e aos gritos o diretor tenta coordenar:
- Por favor gente, sem rir, sem olhar para a câmera se não vamos ter que gravar de novo.
(imagino as pobres pessoas tentando controlar a felicidade sabendo que vão aparecer na novela)
.:.
Estou parada na janela do barraco quando se aproximam duas guriazinhas sorrindo:
- Oi, tudo bem?
- Tudo bem e com vocês?
- Tudo bem também. Olha só, é você que vai ser a mãe da Natália na novela?
(vou ficar só com a parte de terem achado que eu era atriz e ignorar o fato de a Natália ter vinte e poucos anos)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
A favorita do autor
Eu sei, eu deveria estar aqui falando das minhas férias e tal. Mas não vai dar agora. Tem uma coisa tomando conta da minha cabeça a ponto de eu ter parado de trabalhar ontem no meio da tarde pra saber onde é que isto vai parar. Sonhei com ela esta noite, acreditem! E esta coisa tem nome: Flora. Li ontem até o resumo do capítulo do dia 19! Não tem outra explicação, o cara trocou os roteiros, só pode. Esqueceu que esta não é "A Próxima Vítima", é "A Favorita"!
Sério, eu confesso: às vezes torcia pros Superamigos não terminarem bem, uma vezinha que fosse. Mas ao mesmo tempo, não tolerava o Tico e o Teco sempre conseguindo trapacear o Pato Donald. Mas isto em prol de um certo bom senso entre o bem e o mau. Deu, hein? Não passou de todos os limites da maldade? Então até o penúltimo capítulo tudo vai dar certo pra bandida da história apoiada por aqueles dois panacas (e por todo Universo que conspira a favor dela)? E pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, existe mesmo no mundo alguém tão paspalho quanto a Glória Irene Menezes?? Vocês estão vendo a pamonhice daquela mulher??? E vocês sabem o que a pobre futura viúva ainda vai conseguir fazer?
Ah, tenha santa paciência Senhor João Emanuel, vamos começar a sacanear a Patrícia Pillar de uma vez por todas?
Sério, eu confesso: às vezes torcia pros Superamigos não terminarem bem, uma vezinha que fosse. Mas ao mesmo tempo, não tolerava o Tico e o Teco sempre conseguindo trapacear o Pato Donald. Mas isto em prol de um certo bom senso entre o bem e o mau. Deu, hein? Não passou de todos os limites da maldade? Então até o penúltimo capítulo tudo vai dar certo pra bandida da história apoiada por aqueles dois panacas (e por todo Universo que conspira a favor dela)? E pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, existe mesmo no mundo alguém tão paspalho quanto a Glória Irene Menezes?? Vocês estão vendo a pamonhice daquela mulher??? E vocês sabem o que a pobre futura viúva ainda vai conseguir fazer?
Ah, tenha santa paciência Senhor João Emanuel, vamos começar a sacanear a Patrícia Pillar de uma vez por todas?
segunda-feira, 14 de maio de 2007
A traição
Esses dias em trocas de comentários no blog da Dani, as falas de Paraíso Tropical vieram a tona. E eu, que não tenho assistido muita novela, tive a sorte de presenciar a Sra. Ana Luísa Cavalcanti dando o esporro do século no ex-maridão. E confesso, deu gosto de ver. Pra completar, nesse fim de semana, dou de cara com esta crônica do David Coimbra. Sensacional. Fora a parte do Bibs e do Chicabom que garanto que se a Marcinha lê, passa um belo corretivo nele.
O Tony Ramos traiu a mulher dele. Na novela, isso. Antes de prosseguir, quero deixar bem claro que não assisto novela. Pelo seguinte: preconceito intelectual. Acho perda de tempo, novela. Portanto, só sei que o tio Tony traiu a mulher dele por passar vez ou outra em frente à TV ligada aqui da Redação ou em frente à lá de casa, quando a Marcinha está vendo. Na cena da traição, eu cruzava pela sala e ouvi a Marcinha gemer com raiva:
- Des... gra... çaaado!
Parei. Lá estava o peludo Tony, de cueca samba-canção e camisa social, flagrado pela esposa, que lhe passava uma descompostura. A Marcinha, sentada no sofá, cerrava os punhos, rilhava os dentes, de seus olhos verdes faiscava a fúria da indignação. Ela torcia, obviamente, pela infelicidade do já infeliz Tony. O autor da novela, é certo, pretendia despertar esse exato sentimento. Porque o desenrolar da trama atendeu à gana da Marcinha e, provavelmente, das demais telespectadoras. Tony não apenas sofreu a humilhação de ser pego de cuecas, como a esposa o xingou e o esbofeteou. Pior: a amante era a Maria Fernanda Cândido, que também trabalhava como secretária de Tony. Pois ele a demitiu, rompeu com ela e a despejou do apartamento que, suponho, lhe pagava. Mesmo assim, a legítima esposa não o perdoou e ainda o besuntou com um sermão que nenhuma inspetora do SOE seria capaz de urdir. A Marcinha uivava, entre dentes: - Rua! Rua!!! RUAAAA!!!
Pensei até ouvir uma gargalhada malévola. O telefone tocou. Era a mãe dela, ganindo do outro lado da linha:
- Viu que tapa bem dado? Viu???
Fiquei assustado. Mais tarde, o susto se transformou em pavor. Testemunhei uma roda de mulheres falando sobre o assunto. Elas repetiam palavra por palavra o discurso de reproche feito pela esposa traída, congratulavam-se pela desventura do triste Tony (bem feito!, bem feito!), vibravam porque a amante também havia se dado mal, e faziam todos esses comentários com ódio. Sim, era o feio sentimento do ódio que as motivava. Elas espumavam feito Hitlers, elas rugiam como o mar encapelado da Praia Brava, elas cerravam os punhos macios. Elas sentiam-se, de alguma forma, vingadas por todos os ultrajes que todos os homens já cometeram contra as mulheres algum dia. Foi uma catarse pública, esse capítulo da novela. Foi também uma revelação. Quanto ressentimento habita no peito das mulheres do século 21. Quanta amargura.
Será que elas não vêem que uma pequena infidelidade não representa nada de importante para nós, homens? Será que elas não percebem que, às vezes, sexo, para nós, não passa de diversão? Que não tem mais conseqüência do que, sei lá, comer um Bibs ou um Chicabom? Com a vantagem de que não engorda.
Além disso, será que elas não viram que Tony, o miserável Tony flagrado dentro de suas cuecas, traía a esposa, sim, mas com a Maria Fernanda Cândido? A Maria Fernanda Cândido, pô! Isso não atenua nada? Isso nada diz ao coração pétreo das mulheres do século 21? Quanta insensibilidade. Quanta incompreensão. Em que século vivemos!
(David Coimbra)
O Tony Ramos traiu a mulher dele. Na novela, isso. Antes de prosseguir, quero deixar bem claro que não assisto novela. Pelo seguinte: preconceito intelectual. Acho perda de tempo, novela. Portanto, só sei que o tio Tony traiu a mulher dele por passar vez ou outra em frente à TV ligada aqui da Redação ou em frente à lá de casa, quando a Marcinha está vendo. Na cena da traição, eu cruzava pela sala e ouvi a Marcinha gemer com raiva:
- Des... gra... çaaado!
Parei. Lá estava o peludo Tony, de cueca samba-canção e camisa social, flagrado pela esposa, que lhe passava uma descompostura. A Marcinha, sentada no sofá, cerrava os punhos, rilhava os dentes, de seus olhos verdes faiscava a fúria da indignação. Ela torcia, obviamente, pela infelicidade do já infeliz Tony. O autor da novela, é certo, pretendia despertar esse exato sentimento. Porque o desenrolar da trama atendeu à gana da Marcinha e, provavelmente, das demais telespectadoras. Tony não apenas sofreu a humilhação de ser pego de cuecas, como a esposa o xingou e o esbofeteou. Pior: a amante era a Maria Fernanda Cândido, que também trabalhava como secretária de Tony. Pois ele a demitiu, rompeu com ela e a despejou do apartamento que, suponho, lhe pagava. Mesmo assim, a legítima esposa não o perdoou e ainda o besuntou com um sermão que nenhuma inspetora do SOE seria capaz de urdir. A Marcinha uivava, entre dentes: - Rua! Rua!!! RUAAAA!!!
Pensei até ouvir uma gargalhada malévola. O telefone tocou. Era a mãe dela, ganindo do outro lado da linha:
- Viu que tapa bem dado? Viu???
Fiquei assustado. Mais tarde, o susto se transformou em pavor. Testemunhei uma roda de mulheres falando sobre o assunto. Elas repetiam palavra por palavra o discurso de reproche feito pela esposa traída, congratulavam-se pela desventura do triste Tony (bem feito!, bem feito!), vibravam porque a amante também havia se dado mal, e faziam todos esses comentários com ódio. Sim, era o feio sentimento do ódio que as motivava. Elas espumavam feito Hitlers, elas rugiam como o mar encapelado da Praia Brava, elas cerravam os punhos macios. Elas sentiam-se, de alguma forma, vingadas por todos os ultrajes que todos os homens já cometeram contra as mulheres algum dia. Foi uma catarse pública, esse capítulo da novela. Foi também uma revelação. Quanto ressentimento habita no peito das mulheres do século 21. Quanta amargura.
Será que elas não vêem que uma pequena infidelidade não representa nada de importante para nós, homens? Será que elas não percebem que, às vezes, sexo, para nós, não passa de diversão? Que não tem mais conseqüência do que, sei lá, comer um Bibs ou um Chicabom? Com a vantagem de que não engorda.
Além disso, será que elas não viram que Tony, o miserável Tony flagrado dentro de suas cuecas, traía a esposa, sim, mas com a Maria Fernanda Cândido? A Maria Fernanda Cândido, pô! Isso não atenua nada? Isso nada diz ao coração pétreo das mulheres do século 21? Quanta insensibilidade. Quanta incompreensão. Em que século vivemos!
(David Coimbra)
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